Placar Brasilbeta
Emprego

Informalidade

% dos ocupados · menor é melhor · fonte: IBGE, PNAD Contínua (tabela 8529), média dos trimestres do ano

Brasil
FHC 1FHC 2Lula 1Lula 2Dilma 1TemerBolsonaroLula 337,53838,53939,54040,54119952000200520102015202020251999: Crise cambial: fim da âncora do câmbio, início do regime de metas de inflação2002: Crise de confiança pré-eleitoral; dólar dispara2004: Início do superciclo das commodities (até ~2011)2009: Crise financeira global2014: Queda das commodities; início da recessão 2014–162016: Impeachment: Temer assume em maio2020: Pandemia de Covid-192022: Choque global de inflação (guerra na Ucrânia)
Destacar período:a
Série completa (2016–2025): mínimo 37,8 em 2025, máximo 40,8 em 2019. Escolha um período para destacá-lo sem esconder o resto da série.
A imagem sempre leva a série inteira, a fonte e o endereço.

Ficha do indicador

O que mede
Trabalhadores sem carteira assinada, sem CNPJ ou sem contribuição à previdência, em % de todos os ocupados.
Por que importa
Quem está na informalidade não tem férias, 13º, FGTS nem aposentadoria garantida. Desemprego baixo com informalidade alta é emprego de pior qualidade.
Tempo até a política fazer efeito
Média a longa.
Peso de fatores externos
Baixo.
Limitações
Série só desde 2016. Entra no Índice Brasil desde a metodologia v0.2; antes de 2016 o pilar Emprego é calculado sem ela, o que deve ser lembrado ao comparar mandatos antigos com recentes.
Regra no índice
nota 0 = 55,0 · nota 100 = 20,0
Fonte
IBGE, PNAD Contínua (tabela 8529), média dos trimestres do ano · último período: 202602 (2026 = média parcial do ano)