Placar Brasilbeta
Emprego

Desemprego (IBGE)

% da força de trabalho · menor é melhor · fonte: IBGE, PNAD Contínua (tabela 4099), média dos trimestres do ano

Brasil
FHC 1FHC 2Lula 1Lula 2Dilma 1TemerBolsonaroLula 346810121419952000200520102015202020251999: Crise cambial: fim da âncora do câmbio, início do regime de metas de inflação2002: Crise de confiança pré-eleitoral; dólar dispara2004: Início do superciclo das commodities (até ~2011)2009: Crise financeira global2014: Queda das commodities; início da recessão 2014–162016: Impeachment: Temer assume em maio2020: Pandemia de Covid-192022: Choque global de inflação (guerra na Ucrânia)
Destacar período:a
Série completa (2012–2025): mínimo 5,9 em 2025, máximo 13,8 em 2020. Escolha um período para destacá-lo sem esconder o resto da série.
A imagem sempre leva a série inteira, a fonte e o endereço.

Ficha do indicador

O que mede
Taxa oficial de desocupação do IBGE, pessoas de 14 anos ou mais que procuraram trabalho e não encontraram.
Por que importa
É o número oficial que sai no noticiário. Complementa a série da OIT, que permite comparar com outros países.
Tempo até a política fazer efeito
Curta: segue o crescimento com alguns meses de atraso.
Peso de fatores externos
Médio.
Limitações
Só existe desde 2012 (PNAD Contínua). Antes disso, as pesquisas do IBGE tinham outra metodologia e não são comparáveis. Entra no Índice Brasil desde a metodologia v0.2, ao lado da série da OIT; de 2012 em diante, o desemprego pesa mais no pilar Emprego.
Regra no índice
nota 0 = 15,0 · nota 100 = 4,0
Fonte
IBGE, PNAD Contínua (tabela 4099), média dos trimestres do ano · último período: 202602 (2026 = média parcial do ano)